Critérios para aplicar TOC
A Terapia por Ondas de Choque (TOC) deve ser aplicada exclusivamente por médico profissional habilitado, devidamente treinado para isso.
Seguindo critérios técnicos e de segurança para o paciente, apenas médicos podem indicar, prescrever e realizar a terapia por meio de ondas de choque. É o que decidiu o Conselho Federal de Medicina (CFM). “Para que seja aplicado seguindo critérios técnicos e seguros, conclui-se que apenas médicos podem indicar, prescrever e realizar a terapia por meio das ondas de choque”, finaliza o parecer aprovado da SBOT.
Tratamento com TOC
A TOC é o que há de mais novo e moderno no tratamento das dores do sistema músculo esquelético: trata-se de um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos.
O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada. Os efeitos das ondas acústicas – aplicadas apenas na área indicada – causam o aumento da pressão local, com a ruptura da calcificação e sua posterior reabsorção e por liberação de substâncias que agem na inflamação. E resolvem o processo aliviando a dor e a incapacidade funcional, que geralmente acontece nestes casos.
Nova técnica Trigger Points
A TOC é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – é uma das clínicas pioneiras no uso da TOC no Brasil, oferecendo a especialidade a partir de 2006.
Recentemente, a clínica adquiriu um novo equipamento, mais moderno e de maior alcance, e adotou uma nova técnica, intitulada “trigger points”, que visa estimular e tirar a sensibilidade dos pontos de maior intensidade álgica do paciente, em vez de só focar o tratamento no ponto focal da patologia. Em todo o Brasil, essa técnica é desenvolvida apenas em três clínicas, duas em São Paulo e no CREB.
Radiologista do CREB tem participação de destaque no Congresso Brasileiro de Ultrassonografia
Radiologista do CREB tem participação de destaque no Congresso Brasileiro de Ultrassonografia
Radiologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o Dr. Estevão Albino Torres Vargas teve uma participação de destaque no 23° Congresso Brasileiro de Ultrassonografia, realizado em São Paulo, em 26 de outubro. O evento apresentou o que há de mais novo em ultrassonografia, recebendo especialistas de todo o país. Na ocasião, o radiologista do CREB, especialista em diagnóstico por imagem com atuação em musculoesquelético apresentou dois importantes trabalhos desenvolvidos no CREB: “Revisão de literatura: Tenossinovite de De Quervain – o que o ultrassonografista deve relatar no laudo” e “Rotura completa isolada do tendão flexor profundo do 3º quirodáctilo, com flexor superficial preservado: achados por ultrassonografia e ressonância magnética”. “É muito importante participar de um congresso como este, porque além de aprimorar nosso conhecimento, conseguimos manter a excelência diagnóstica do CREB”, disse ele.
Mulheres grávidas sentem dores na coluna
Segundo as estatísticas, 50% das mulheres grávidas sentem dores nas costas
Principalmente no último trimestre da gravidez, quando as alterações posturais e a frouxidão ligamentar são mais evidentes. Conhecida como lombalgia, as costumeiras dores na região lombar da coluna vertebral podem causar grande incômodo e até um certo grau de incapacidade motora, prejudicando pequenas atividades do dia a dia.
“A lombalgia é muito comum em mulheres grávidas e pode trazer muito desconforto. A dor relaciona-se a ajustes posturais devido ao aumento do peso corporal, alterações no centro de gravidade da mulher e trabalhos extenuantes, com intensa inclinação do tronco. Ações simples, como se levantar, andar, arrumar a cama e abaixar para pegar um objeto caído no chão, podem se transformar em dor”, explica Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Regumatologia e Ortopedia.
Cuidados com a Coluna na Gravidez
A primeira providência diante do quadro de dor é conversar com o médico que acompanha a grávida. Mas um especialista deve ser procurado quando a dor for intensa. “A mulher grávida deve tomar alguns cuidados para evitar agravar este quadro. Permanecer muito tempo numa mesma posição não é bom para ninguém, muito menos para uma gestante. A sobrecarga muscular e a dificuldade de movimentação do sangue favorecem as dores musculares e o cansaço. As grávidas devem mudar de posição muito constantemente”, explica o reumatologista.
A prática de exercício físico regular é fundamental para gestantes, mas é preciso estar atento aos abusos. “Atividades mais leves devem ser preferidas. A hidroginástica, por exemplo, é uma excelente opção, pois os exercícios ficam mais fácies de serem realizados dentro da água”, aponta o médico do CREB. De acordo com ele, em situações de muita dor a hidroterapia é recomendada, bem como a prática do RPG – Reeducação Postural Global.
– Quando a gravidez alcança o último trimestre fica tudo mais difícil. A mulher está muito mais pesada, cansada e seus músculos abdominais estão mais distendidos e alongados, reduzindo sua eficácia e exigindo uma força adicional dos músculos poplíteos. Vale destacar que a frouxidão ligamentar causada pelas alterações hormonais podem provocar lesões, tais como os estiramentos musculares. Então, todo cuidado é pouco ao realizar atividade física. Qualquer sintoma deve ser comunicado ao médico que acompanha a gestante, que poderá encaminhá-la a um especialista em coluna vertebral – finaliza o Dr. Haim Maleh.
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